Navio Doca
Multipropósito
“Oiapoque”
O quinto meio naval da Marinha do Brasil a ostentar o nome do rio que marca a fronteira Norte do país — e o primeiro com porte para navegação em mar aberto.
Dimensões e capacidade
Dados públicos de incorporação do NDM Oiapoque à Esquadra brasileira.
Missão do navio
Operações anfíbias
Transporte de tropas, viaturas, helicópteros, munições e provisões diretamente à área de operações, com capacidade para desembarque em grande escala.
Alta e baixa intensidade
Projetado para operações de guerra de alta intensidade, mas igualmente empregado em missões de baixa intensidade e presença naval.
Ajuda humanitária
Convés de voo e capacidade de carga que permitem resposta rápida em catástrofes naturais e apoio a comunidades isoladas.
Soberania nacional
Reafirma o compromisso da Marinha com a defesa da soberania e a integração nacional, sobretudo na fronteira Norte.
Cinco navios, um nome
O nome “Oiapoque” homenageia o rio que traça o limite da fronteira Norte do Brasil, no Amapá.
1º Oiapoque
Casco de madeira e propulsão a vapor. Participou da Guerra da Tríplice Aliança, transportando tropas pelos rios Paraná e Paraguai.
Aviso Fluvial Oiapoque
Terceiro navio da Marinha do Brasil a ostentar o nome, de proporções fluviais.
Aviso “Rio Oiapoque”
Classe de avisos de transporte “Rio Pardo”. Cruzou por décadas a Baía de Guanabara levando pessoal à Base Naval do Rio de Janeiro.
NDM Oiapoque
Ex-HMS Bulwark, adquirido da Marinha Real Britânica. Único da linhagem com porte para navegação em mar aberto — o 2º maior navio da Esquadra brasileira.